Evandro Arantes

Lutando a favor do Meio Ambiente!

Arquivado em abril de 2009

7 de abril de 2009

Publicada foto de Bento 16 com suástica.

Postado por Evandro Arantes às 21:16 horas

20/10/2008

Site ligado ao Kadima publica foto do papa com suástica

da BBC

Uma fotomontagem que sobrepunha uma suástica nazista e uma foto do papa Bento 16 foi publicada em um site ligado a apoiadores do Kadima, partido que governa Israel. Pouco depois de publicada, a imagem foi retirada do site Yalla Kadima, aparentemente a pedido da líder do partido e chanceler israelense Tzipi Livni, que atualmente tenta formar um novo governo para se tornar primeira-ministra.

O incidente acontece em meio a uma polêmica entre Vaticano e governo israelense a respeito de uma exposição, em Jerusalém, que diz que o papa Pio 12 foi omisso durante o Holocausto de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

“Tzipi Livni condena veementemente este ato e está trabalhando para remover esta imagem vergonhosa. Nós nos opomos veementemente a isto. Isto não representa o Kadima”, disse o porta-voz Amir Goldstein pouco antes que a foto fosse removida.

Falando anonimamente, um dos editores do website afirmou à BBC que a página é uma plataforma para os ativistas do Kadima expressarem suas opiniões fora da página oficial do partido. Segundo ele, a montagem foi enviada por um grupo de aposentados. “Algumas dessas pessoas fazem parte da primeira ou segunda geração depois do Holocausto, e este é seu protesto legítimo”, disse.

Segundo o editor do site, Livni ligou pessoalmente para ele e pediu que a foto fosse retirada, dizendo que ela poderia causar um incidente diplomático.

Muitos israelenses são contra o processo de canonização do papa Pio 12, que foi pontífice entre 1939 e 1958.

Exposição

A polêmica entre Israel e o Vaticano começou na semana passada, depois que o oficial do papado responsável pelo processo de canonização de Pio 12 afirmou que o papa não deveria aceitar o convite para visitar o país antes que uma exposição no memorial do Holocausto Yad Vashelem, em Jerusalém, tivesse seu conteúdo modificado.

Um painel da exposição afirma que, apesar dos alertas de vários sacerdotes europeus a respeito da transferência de judeus para campos de concentração, o papa Pio 12 não agiu para condenar ou tentar impedir as ações. O Vaticano repetidamente mostrou objeções ao conteúdo do painel, dizendo haver uma “interpretação incorreta do papel do antigo papa”.

A Santa Sé afirma que Pio 12 ajudou a salvar alguns judeus escondendo-os em igrejas e monastérios. Mas o Vaticano também afirma que a exposição “não será determinante na visita do papa ao país”. O papa Bento 16 se declarou no último mês favorável à beatificação de Pio 12 –o primeiro estágio antes que ele possa ser declarado santo.

Israel muitas vezes acusou o Vaticano, que só reconheceu o país em 1993, de ter atitudes pró-palestinos. Por sua vez, o Vaticano quer resolver uma questão judicial sobre os impostos sobre propriedades da Igreja no país assim como problemas de vistos.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u458391.shtml

19/10/2008

Israel mantém convite ao papa apesar da polêmica sobre Pio 12

da France Presse, em Jerusalém

Israel reiterou o convite ao papa Bento 16 para que visite o país, apesar da polêmica sobre o processo de beatificação de Pio 12, acusado de “passividade” ante o extermínio de judeus pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.

“O convite para que o papa Bento 16 venha [a Israel] foi reiterado e permanece de pé. As divergências podem ser reduzidas. A data da visita ainda não foi decidida”, afirmou o embaixador de Israel na Santa Sé, Motti Lévy.

16/04/2007

Israel presta homenagem a 6 milhões de judeus mortos no Holocausto

da Folha Online

Sirenes soaram em Israel na manhã desta segunda-feira, enquanto israelenses fizeram dois minutos de silêncio em homenagem às vítimas do Holocausto. O ato é uma tradição anual para marcar a data em memória das vítimas da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), que teve início neste domingo e dura até a noite de hoje.

Às 10h (4h de Brasília), ao soarem as sirenes, todas as atividades do país foram suspensas, pedestres se detiveram nas calçadas, ônibus e carros pararam o tráfego para demonstrar o respeito aos cerca de 6 milhões de judeus mortos pelo nazismo.

Forças de segurança israelenses estão em estado de alerta máximo. Palestinos que vivem na faixa de Gaza e na Cisjordânia foram proibidos de entrar em território israelense, como é habitual em todas as festividades por precaução contra atentados.

Durante o dia, redes de TV locais dedicam grande parte de sua programação a documentários sobre o Holocausto, além de entrevistas com sobreviventes da guerra.

Em uma cerimônia realizada neste domingo em Yad Vashem, o memorial e museu oficial do Holocausto, o premiê israelense, Ehud Olmert, lembrou que o país comemora 59 anos de independência na próxima semana. Durante o ato, seis sobreviventes da tragédia acenderam seis tochas, cada uma representando um milhão de judeus assassinados pelos nazistas.

A jornada de luto será concluída no começo desta noite em Jerusalém, no mesmo local.

A celebração deste domingo quase causou um incidente diplomático entre Israel e o Vaticano depois que o representante da Igreja Católica que participaria do ato anunciou que boicotaria a celebração devido a uma legenda do museu que descreve a conduta do papa Pio 12.

No entanto, horas antes da cerimônia, o monsenhor Antonio Franco voltou atrás e disse que estaria presente. Israel e o Vaticano estabeleceram relações diplomáticas em 1993.

A legenda questionada pela igreja aparece ao lado da figura de Pio 12 e afirma que, “embora relatos de assassinatos de judeus tenham chegado ao Vaticano, o papa não protestou, recusando-se a assinar, em 1942, um documento que condenava o massacre contra judeus”.

Polêmica

A porta-voz do museu, Iris Rosenberg, elogiou a decisão de Franco, dizendo que isso era “a coisa certa a se fazer”.

“O Yad Vashem acredita que é inadequado relacionar uma pesquisa histórica com a homenagem às vítimas do Holocausto”, disse ela.

A legenda que causou a polêmica apareceu em 2005, quando o museu foi reinaugurado. Pouco depois, o Vaticano pediu que o texto da legenda fosse alterado. Desde então, o museu não alterou o texto, alegando que ele descreve corretamente a conduta do então papa.

O Yad Vashem disse que revisaria a conduta de Pio 12 no Holocausto se o Vaticano abrisse seus arquivos da Segunda Guerra para pesquisas do museu e novos materiais aparecessem.

No entanto, o Vaticano recusa-se a permitir o acesso a seus arquivos da época.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u106482.shtml

7 de abril de 2009

O MEDO DE UM AMOR INCERTO.

Postado por Evandro Arantes às 1:12 horas

O medo de um amor incerto.

Evander Di  Nantes

Se existem verdades absolutas neste mundo, uma delas é que todos nós temos medo de sofrer. Assim, ingenuamente tentamos controlar as situações ao nosso redor, como se isso fosse possível…

Obcecados por esse desejo de nos proteger, gastamos nossa energia e nosso tempo tentando controlar os pensamentos, as atitudes e até os sentimentos das pessoas que amamos e que, sobretudo, desejamos que nos amem.

No entanto, não nos damos conta de que a vida se baseia no imprevisível, no incontrolável, no surpreendente! Nenhum sentimento é garantido, nenhuma conseqüência é revelada antecipadamente. O futuro é totalmente incerto. E apesar de tamanha imprevisibilidade, temos em nosso coração toda a possibilidade de conquistarmos o que e quem amamos, o que é muito diferente de controlar, prever ou obter garantias!

Muitas pessoas não conseguem encontrar um amor, não se entregam a uma relação profunda e verdadeira simplesmente porque estão, todo tempo, tentando obter certezas. As perguntas não param de gritar, as dúvidas não têm fim e o medo de se deparar com a dor parece assombrar milhares de corações, impedindo-os de enxergar uma outra possibilidade, tão plausível quanto a de sofrer.

Será que ele me ama? Será que vale a pena perdoar e tentar de novo? Será que ele não vai me trair? Será que não estou sendo idiota? Será que não vou sofrer mais do que se ficar sozinho? Será? Será?…

O que será, eu responderia com muita tranqüilidade, não importa agora! Na verdade, nunca importará! A pergunta correta é: “Eu quero?” Quando aprendermos a responder, com respeito e responsabilidade, essa simples perguntinha, teremos previsto qualquer possibilidade.

Sim, porque o amor é uma chance, uma oportunidade; não uma garantia; nunca uma certeza! Podemos vivê-lo conforme nossa vontade, de acordo com nosso coração ou… passaremos a vida inteira tentando controlar o incontrolável, garantir o incerto!

Jamais teremos como saber se o outro está sendo fiel, se o amor que sentimos é correspondido na mesma medida, se vamos sofrer ou seremos felizes. Jamais saberemos do amanhã ou do outro.

Então, que usemos nossa inteligência, a despeito de todo o medo que isso possa nos fazer sentir. Ou seja, que possamos, de uma vez por todas, abrir mão dessa tentativa inútil de controlar o amor, a vida e o outro e nos concentremos em nós, em nosso coração e em nossos reais objetivos!

Descobriremos que nos ocupar com nossos próprios sentimentos já é trabalho para vida inteira. Descobriremos que agir conforme nossa vontade é o bastante para que nos sintamos preenchidos, embora possamos mesmo vir a sofrer… simplesmente porque o sofrimento é uma possibilidade tão possível quanto a felicidade!

E digo mais: só conseguiremos entrar de fato no coração de alguém, mesmo sem termos certeza disso, quando tivermos a audácia e a coragem de nos entregar ao imprevisível; quando conseguirmos compreender que a segurança é mérito pessoal, interno, sentimento que não se pode ter em relação a ninguém além de nós mesmos.

Portanto, para todas as pessoas que têm me perguntado sobre qual é o “segredo” para viver o amor sem sentir tanta insegurança, tanto ciúme e tanto medo de sofrer, aproveito este momento para responder: o segredo está em saber se você quer, se você realmente quer! Porque se você quiser e fizer por merecer, agindo você com sinceridade, qualquer possibilidade de dor e sofrimento valerá a pena. Porque quando a gente quer de verdade, com o coração, a magia do amor nos faz entender que sofrer faz parte do caminho e, no final das contas, é tudo crescimento, aprendizagem, evolução e, por fim, a tão desejada felicidade.

E não que ela esteja no final do caminho ou no final da vida, simplesmente porque ser feliz é isso: entregar-se ao imprevisível e aceitar a dor e a alegria como partes do amor! E quando penso que essa entrega é realmente difícil, me lembro de uma frase que gosto muito:
“Se o seu problema tem solução, relaxe… ele tem solução.
E se o seu problema não tem solução, relaxe… ele não tem solução!”
É uma frase engraçada, mas muitíssimo sábia. Portanto, quando estiver doendo muito, não resista! Simplesmente relaxe e aceite, pois a resposta virá!