Evandro Arantes

Lutando a favor do Meio Ambiente!

Archive for the 'Política' Category

7 de novembro de 2009

Origens nazistas do terrorismo árabe.

Postado por Evandro Arantes às 0:12 horas

Origem nazista do terrorismo árabe moderno


A inspiração e as crenças políticas de Saddam Hussein, Yasser Arafat, Bin Laden, membros do Hamas e outros terroristas islâmicos remontam à época da II Guerra Mundial. Mais precisamente, a duas figuras centrais do período: Adolf Hitler e Amin al-Husseini, o então grão-mufti* de Jerusalém. Muito se escreveu sobre o mufti, e tudo foi muito bem documentado, incluindo capítulos de autores notáveis como Connor Cruise O’Brien, ex-embaixador da Irlanda na ONU. Existem pilhas de evidências documentadas e abertas ao público, para qualquer um que queira verificá-las.

Os julgamentos de Nuremberg e de Eichmann revelaram que, em 1937, o oficial nazista Adolf Eichmann encontrou-se na Palestina com o mufti, que na época havia sido nomeado pelos britânicos. Após o encontro, o mufti tornou-se praticamente um agente da Alemanha nazista encarregado de financiar e criar organizações pró-nazistas no Egito, na Síria, na Palestina e no Iraque.

Em 1941, junto com Rashid Ali e Kharaillah Tulfah, tio e futuro sogro de Saddam Hussein, o mufti instigou um golpe pró-nazista no Iraque, com armas e aeronaves financiadas pelos nazistas. Após o fracasso do golpe, o mufti escapou para Berlim, onde teria o primeiro de uma série de encontros com Adolf Hitler. Relata-se que, nesse primeiro encontro, o mufti teria dissuadido Hitler da idéia de deportar os judeus para a Palestina. Ao invés disso, teria defendido – e talvez até sugerido – o que veio a tornar-se conhecido como a “solução final” contra os judeus. Mais tarde, em 1942, o mufti interveio para impedir os nazistas de trocar 10.000 crianças judias por prisioneiros de guerra nazistas.

As atividades do mufti na Alemanha nazista e na Europa ocupada prepararam o palco para o terrorismo islâmico da atualidade. Em 25 de abril de 1941, os nazistas enviaram o mufti para a Bósnia (então recentemente ocupada pelos alemães), onde assumiu o título de “Protetor do Islã”. Em 10 de fevereiro de 1943, Hitler ordenou a criação da divisão Hanzar (ou “Handschar”) na SS nazista, para a qual se apresentaram como voluntários aproximadamente 100 mil muçulmanos da Bósnia. Ocupando a posição de administrador-chefe, o mufti se referiu a essas brigadas de muçulmanos nazistas como “a nata do islã”.

Os Hanzars – o nome deriva de um tipo de adaga utilizada pelo exército do Império Otomano, a cimitarra – participaram ativamente do extermínio de cristãos e judeus nos Bálcãs. O mufti tentou implementar o “Plano Pejani” nazista, que proclamava a exterminação dos sérvios cristãos, e do qual Hitler acabou desistindo depois. No cômputo geral, os Hanzars muçulmanos da Bósnia cooperaram com o extermínio de aproximadamente 200 mil cristãos sérvios, 40 mil ciganos e 22 mil judeus.

Em 1943, Hitler nomeou o mufti para presidir um governo nazi-muçulmano no exílio. De seu centro de operações em Berlim, situado numa mansão confiscada de judeus, o mufti traçava o projeto de um campo de concentração para os judeus nas proximidades de Nablus (Palestina), planejado nos moldes de Auschwitz. Existem até fotos de uma visita do mufti a Auschwitz, acompanhado por Heinrich Himmler. A melhor expressão das atitudes nazistas em relação ao islã está, talvez, nas seguintes palavras, ditas pelo próprio Himmler: “Eu não tenho nada contra o islã, porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete-lhes o paraíso, caso lutem e morram na batalha. Para os soldados, é uma religião bastante prática e atraente”.

Tendo como base financeira um fundo monetário também confiscado de judeus, conhecido como Sonderfund (Fundo Especial), o mufti estava instalado como diretor do Islamisches Zentralinstitut (Instituto Central Islâmico), criado pelos nazistas e sediado em Dresden, de onde pôde dar início ao processo de educação dos futuros líderes islâmicos na cartilha da ideologia nazista. Em março de 1944, em Berlim, o mufti proferiu um discurso para as tropas Hanzar com o intuito de estimulá-las à vitória, no qual bradou: “Matem os judeus onde quer que vocês os encontrem. Isso agrada a Alá, à História e à religião. Isso salvará a sua honra. Alá está com vocês”. Nesse dia, os futuros terroristas islâmicos receberam suas ordens de ataque.

(Chuck Morse, extraído de

www.chuckmorse.com - http://www.beth-shalom.com.br)

* Chefe religioso muçulmano.

7 de abril de 2009

Publicada foto de Bento 16 com suástica.

Postado por Evandro Arantes às 21:16 horas

20/10/2008

Site ligado ao Kadima publica foto do papa com suástica

da BBC

Uma fotomontagem que sobrepunha uma suástica nazista e uma foto do papa Bento 16 foi publicada em um site ligado a apoiadores do Kadima, partido que governa Israel. Pouco depois de publicada, a imagem foi retirada do site Yalla Kadima, aparentemente a pedido da líder do partido e chanceler israelense Tzipi Livni, que atualmente tenta formar um novo governo para se tornar primeira-ministra.

O incidente acontece em meio a uma polêmica entre Vaticano e governo israelense a respeito de uma exposição, em Jerusalém, que diz que o papa Pio 12 foi omisso durante o Holocausto de 6 milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

“Tzipi Livni condena veementemente este ato e está trabalhando para remover esta imagem vergonhosa. Nós nos opomos veementemente a isto. Isto não representa o Kadima”, disse o porta-voz Amir Goldstein pouco antes que a foto fosse removida.

Falando anonimamente, um dos editores do website afirmou à BBC que a página é uma plataforma para os ativistas do Kadima expressarem suas opiniões fora da página oficial do partido. Segundo ele, a montagem foi enviada por um grupo de aposentados. “Algumas dessas pessoas fazem parte da primeira ou segunda geração depois do Holocausto, e este é seu protesto legítimo”, disse.

Segundo o editor do site, Livni ligou pessoalmente para ele e pediu que a foto fosse retirada, dizendo que ela poderia causar um incidente diplomático.

Muitos israelenses são contra o processo de canonização do papa Pio 12, que foi pontífice entre 1939 e 1958.

Exposição

A polêmica entre Israel e o Vaticano começou na semana passada, depois que o oficial do papado responsável pelo processo de canonização de Pio 12 afirmou que o papa não deveria aceitar o convite para visitar o país antes que uma exposição no memorial do Holocausto Yad Vashelem, em Jerusalém, tivesse seu conteúdo modificado.

Um painel da exposição afirma que, apesar dos alertas de vários sacerdotes europeus a respeito da transferência de judeus para campos de concentração, o papa Pio 12 não agiu para condenar ou tentar impedir as ações. O Vaticano repetidamente mostrou objeções ao conteúdo do painel, dizendo haver uma “interpretação incorreta do papel do antigo papa”.

A Santa Sé afirma que Pio 12 ajudou a salvar alguns judeus escondendo-os em igrejas e monastérios. Mas o Vaticano também afirma que a exposição “não será determinante na visita do papa ao país”. O papa Bento 16 se declarou no último mês favorável à beatificação de Pio 12 –o primeiro estágio antes que ele possa ser declarado santo.

Israel muitas vezes acusou o Vaticano, que só reconheceu o país em 1993, de ter atitudes pró-palestinos. Por sua vez, o Vaticano quer resolver uma questão judicial sobre os impostos sobre propriedades da Igreja no país assim como problemas de vistos.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u458391.shtml

19/10/2008

Israel mantém convite ao papa apesar da polêmica sobre Pio 12

da France Presse, em Jerusalém

Israel reiterou o convite ao papa Bento 16 para que visite o país, apesar da polêmica sobre o processo de beatificação de Pio 12, acusado de “passividade” ante o extermínio de judeus pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.

“O convite para que o papa Bento 16 venha [a Israel] foi reiterado e permanece de pé. As divergências podem ser reduzidas. A data da visita ainda não foi decidida”, afirmou o embaixador de Israel na Santa Sé, Motti Lévy.

16/04/2007

Israel presta homenagem a 6 milhões de judeus mortos no Holocausto

da Folha Online

Sirenes soaram em Israel na manhã desta segunda-feira, enquanto israelenses fizeram dois minutos de silêncio em homenagem às vítimas do Holocausto. O ato é uma tradição anual para marcar a data em memória das vítimas da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), que teve início neste domingo e dura até a noite de hoje.

Às 10h (4h de Brasília), ao soarem as sirenes, todas as atividades do país foram suspensas, pedestres se detiveram nas calçadas, ônibus e carros pararam o tráfego para demonstrar o respeito aos cerca de 6 milhões de judeus mortos pelo nazismo.

Forças de segurança israelenses estão em estado de alerta máximo. Palestinos que vivem na faixa de Gaza e na Cisjordânia foram proibidos de entrar em território israelense, como é habitual em todas as festividades por precaução contra atentados.

Durante o dia, redes de TV locais dedicam grande parte de sua programação a documentários sobre o Holocausto, além de entrevistas com sobreviventes da guerra.

Em uma cerimônia realizada neste domingo em Yad Vashem, o memorial e museu oficial do Holocausto, o premiê israelense, Ehud Olmert, lembrou que o país comemora 59 anos de independência na próxima semana. Durante o ato, seis sobreviventes da tragédia acenderam seis tochas, cada uma representando um milhão de judeus assassinados pelos nazistas.

A jornada de luto será concluída no começo desta noite em Jerusalém, no mesmo local.

A celebração deste domingo quase causou um incidente diplomático entre Israel e o Vaticano depois que o representante da Igreja Católica que participaria do ato anunciou que boicotaria a celebração devido a uma legenda do museu que descreve a conduta do papa Pio 12.

No entanto, horas antes da cerimônia, o monsenhor Antonio Franco voltou atrás e disse que estaria presente. Israel e o Vaticano estabeleceram relações diplomáticas em 1993.

A legenda questionada pela igreja aparece ao lado da figura de Pio 12 e afirma que, “embora relatos de assassinatos de judeus tenham chegado ao Vaticano, o papa não protestou, recusando-se a assinar, em 1942, um documento que condenava o massacre contra judeus”.

Polêmica

A porta-voz do museu, Iris Rosenberg, elogiou a decisão de Franco, dizendo que isso era “a coisa certa a se fazer”.

“O Yad Vashem acredita que é inadequado relacionar uma pesquisa histórica com a homenagem às vítimas do Holocausto”, disse ela.

A legenda que causou a polêmica apareceu em 2005, quando o museu foi reinaugurado. Pouco depois, o Vaticano pediu que o texto da legenda fosse alterado. Desde então, o museu não alterou o texto, alegando que ele descreve corretamente a conduta do então papa.

O Yad Vashem disse que revisaria a conduta de Pio 12 no Holocausto se o Vaticano abrisse seus arquivos da Segunda Guerra para pesquisas do museu e novos materiais aparecessem.

No entanto, o Vaticano recusa-se a permitir o acesso a seus arquivos da época.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u106482.shtml