Evandro Arantes

Lutando a favor do Meio Ambiente!

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7 de novembro de 2009

Pastor Fanini - A maldição da catedral

Postado por Evandro Arantes às 0:25 horas

A maldição da Catedral


Pastor Nilson Fanini aposenta-se do ministério com nome envolvido em rombo de R$ 1,6 milhão e outras irregularidades na sua igreja


Números e realizações grandiosas sempre acompanharam a trajetória do pastor batista Nilson do Amaral Fanini, um dos mais conhecidos e respeitados líderes evangélicos do país. Fanini, que nos últimos 41 anos liderou a Primeira Igreja Batista de Niterói (RJ), realizou cruzadas em 109 países, celebrou cerca de 11 mil batismos e ocupou cargos importantes como a presidência da Convenção Batista Brasileira (CBB) e da Aliança Batista Mundial, que congrega mais de 100 milhões de fiéis em todo o planeta. Figura pública de destaque, ele fundou e preside há 30 anos o Reencontro, megaentidade que presta atendimento médico, educacional e social aos carentes. Homem de mídia, Fanini manteve no ar, por três décadas, programas de rádio e TV, publicou cinco livros e produziu milhares de mensagens, estudos bíblicos e trabalhos de cunho teológico.
Ao longo de quase meio século de ministério, o líder batista tornou-se referência dentro e fora do segmento evangélico, a ponto de ter sido interlocutor de todos os presidentes brasileiros desde o general Ernesto Geisel, nos anos 70. Munido de um currículo tão vistoso, era natural esperar que Nilson Fanini, aos 73 anos, seria lembrado apenas por seus magníficos serviços ao Reino de Deus a partir de sua aposentadoria dos púlpitos, anunciada mês passado. Engano. No ocaso de seu ministério, o pastor teve seu nome envolvido num rombo financeiro que drenou R$ 1,67 milhão dos cofres de sua igreja, uma congregação tradicional que, entre seus 8 mil membros, possui empresários, políticos, militares de alta patente e magistrados. O dinheiro foi depositado na conta de terceiros que, segundo o pastor, possibilitariam um empréstimo no exterior que seria usado para iniciar a construção da Catedral Batista, na mesma cidade. Com ela, Fanini sonhava encerrar com chave de ouro seu ministério. A obra, orçada em R$ 12 milhões, seria erguida num terreno cedido há oito anos pela prefeitura de Niterói e tem o projeto assinado pelo gênio da arquitetura Oscar Niemyer.
Mas tudo ruiu e, agora, Fanini está ameaçado não só de ver sua reputação arruinada como também de ter que haver-se com a Justiça. O dinheiro, arrecadado em campanhas missionárias pelos membros nos últimos cinco anos, foi cedido a doleiros e intermediários de transações financeiras como garantia para cobrir o seguro do empréstimo. A malsucedida transação passava pelo paraíso fiscal das Ilhas Virgens, de onde viria a verba para alavancar a obra. O golpe foi descoberto pelo próprio Fanini com a ajuda do desembargador Ademir Pimentel, membro de sua igreja. O detalhe é que nada disso consta da açucarada carta que Fanini apresentou à igreja no dia 8 de março, comunicando sua aposentadoria do cargo por motivos de saúde e por considerar que era “hora de descansar”. No texto, distribuído também à imprensa, o pastor lista as muitas realizações de sua carreira ministerial e agradece à diretoria, aos pastores auxiliares, à liderança e aos membros pelo apoio recebido.
Mas a igreja não parece tão reconhecida assim ao seu dirigente. Tanto, que o clima anda azedando à medida que a comunidade fica sabendo das supostas irregularidades de sua gestão. Um membro da igreja já solicitou ao Ministério Público que proponha a abertura de ação penal contra a direção da PIBN. Duas comissões foram eleitas em novembro passado para apurar o que já é tratado como escândalo. “Em termos de administração, nosso prezado pastor, dentro do que se conclui dos documentos examinados, não atuou com o mesmo brilhantismo com que vem se portando como pregador do Evangelho de Jesus Cristo”, alfineta, no seu relatório, o relator da Comissão de Auditoria Financeira, Moisés Corrêa Florindo. O documento ainda responsabiliza diversos funcionários.

Desconfiança – Contudo, logo se viu que o rombo era apenas parte do problema. A construção da Catedral Batista, micada muito antes de se colocar o primeiro tijolo, estava sendo utilizada como desculpa para, digamos, malabarismos com o dinheiro da PIBN. O descalabro administrativo foi sentido também no Seminário Teológico Batista de Niterói, que pertence à igreja e é presidido pelo mesmo Nilson Fanini. As dívidas da instituição chegam a R$ 1 milhão. A escola até foi palco de uma inédita greve de professores este ano e, além disso, enfrenta uma série de ações trabalhistas. Comissão interna que analisa as contas do Seminário suspeita que tenha havido também sonegação fiscal, corrupção ativa e apropriação indébita nas contas.
Até o momento, contudo, não surgiu nenhuma prova de que o dirigente tenha agido de má-fé. Acontece, contudo, que alguns fatos recentes ocorridos no seio da igreja vinham chamando a atenção – e gerando desconfiança – de setores da PIBN. Há quase um ano, o pastor Fanini vinha insistindo com alguns membros da diretoria para que assinassem documentação que possibilitaria as mais diversas transações financeiras envolvendo o dinheiro da instituição. Temendo ter que assumir a responsabilidade legal por seus atos, vários deles se recusaram e propuseram, desconfiados, a instalação imediata de uma auditoria financeira e jurídica na igreja. Registre-se que tais desdobramentos só foram possíveis graças à tradição democrática que norteia os crentes batistas. Após dois meses de intensa investigação, foi aberta a caixa-preta durante outra reunião geral da igreja, no dia 26 de janeiro. O relatório de dízimos e contribuições, ao qual ECLÉSIA teve acesso, apontou uma diferença de exatos R$ 94.597,92 entre o que foi arrecadado e o que foi depositado nas contas da igreja. Essa verba sumiu sem que os responsáveis dessem uma explicação razoável.
Aberta a porteira, novidades começaram a aparecer uma a uma. Foi constatado que a igreja vinha pagando quatro apólices de seguro de vida diferentes para Nilson Fanini – uma delas, no valor total de R$ 500 mil de indenização. Nos relatórios, consta também que parte da despesa com a cirurgia a que Fanini se submeteu ano passado para a colocação de quatro pontes safena foi custeada pela igreja, embora a PIBN já mantenha plano de saúde para o pastor. Mais – pouco antes de apresentar seu pedido de aposentadoria, Fanini solicitou à igreja a concessão de pensão vitalícia para si, no valor de R$ 15 mil. Além disso, uma grande quantidade de empréstimos e adiantamentos eram concedidos a obreiros, funcionários e até a terceirizados.
O prejuízo para os cofres da PIBN chegou, em outubro de 2004, a R$ 22 mil só em juros e taxas bancárias. As comissões constataram ainda que a igreja gastava quantias consideráveis com passagens, estadias e refeições, “inclusive para pessoas estranhas ao quadro da igreja”, com os valores sendo colocados na conta de “despesas da Catedral”. Nos últimos três anos, foram empregados neste tipo de despesa R$ 75 mil. Havia até notas apontando gastos bizarros como compras de absorvente feminino, protetor solar, esmalte de unha, meias e cuecas, além de quentinhas e contas de telefones celulares de pessoas até então não identificadas, tudo pago com o montante arrecadado junto aos membros da congregação – leia-se dízimos e ofertas.
“Nós apresentamos o relatório à igreja com um parecer favorável a que o pastor, os funcionários e demais pessoas envolvidas devolvessem esse dinheiro. Achamos que a igreja teria que ser ressarcida”, frisa o advogado Ronaldo Soliva, relator da Comissão Jurídica da PIBN. Uma assembléia de membros, em 3 de fevereiro, decidiu que a dívida relativa ao projeto da Catedral deveria ser perdoada, o que gerou indignação de parte da membresia. Segundo Ronaldo, havia mais de mil pessoas no templo. Na reunião, que foi até duas da madrugada, o perdão foi aprovado por apenas 18 votos de diferença. Membros da PIBN que pediram anonimato garantiram a ECLÉSIA que a assembléia contou com a presença de pessoas trazidas especialmente por Fanini para votar a seu favor – inclusive, carentes assistidos pelo Reencontro que constam do rol de membros da igreja e portanto têm direito a voto, mas quase nunca comparecem aos cultos. A manobra, em todo caso, deu com os burros n’água. Ação ordinária movida pelos descontentes teve tutela antecipada e, até o julgamento do mérito, suspendeu a assembléia que resolveu perdoar a dívida.

“Falta transparência” – Outra assembléia geral realizada na noite de 30 de março, num clima bem mais pesado, decidiu que ficam congelados os pedidos de benefícios feitos por Fanini na ocasião de sua aposentadoria, inclusive a concessão da pensão de R$ 15 mil. Uma nova assembléia deve ser convocada apenas para este fim. Os membros resolveram esperar o pronunciamento da Justiça – o pastor já foi intimado a depor em três inquéritos, assim como outros funcionários da igreja a ele subordinados. Mas pelo menos uma vitória parcial ele obteve. A procuradora Solange Braga, do Ministério Público Federal do Rio, considerou que a Primeira Igreja Batista de Niterói foi vítima de crime de estelionato na transação que envolveu os R$ 1,6 milhão. Com isso, fica afastada a possibilidade de o pastor ser processado como réu por crime contra o sistema financeiro e evasão de divisas. O desembargador Pimentel fez a representação na Procuradoria da República por acreditar que o erro do religioso foi confiar em estelionatários. Ele aposta na inocência de Fanini: “Ele foi ludibriado”, opina. “Seu sonho era construir a catedral, mas aproveitaram-se do seu entusiasmo. O pastor não teve má-fé”.
Entretanto, uma das principais queixas dos membros da PIBN é quanto à falta de satisfações à comunidade por parte de Fanini. O próprio Pimentel reclama: “Nossa restrição ao pastor é em relação ao fato de não ter sido transparente, ocultando-nos os contratos”. O magistrado lembra que, já em 2002, golpistas vinham rondando a igreja oferecendo facilidades na obtenção de recursos para a obra. “Eu fui impedido por Fanini de ajuizar ação contra o senhor Moisés Levy, que nos levou, na época, 200 mil dólares”, afirma. Desde a eclosão da crise, Nilson Fanini vem relutando em falar. ECLÉSIA procurou o pastor em sua residência, na sede da igreja e também na do Reencontro, mas não obteve retorno. Uma das informações dava conta de que ele estaria nos Estados Unidos. A Convenção Batista Brasileira, à qual a PIBN é ligada, pretende reunir seu Conselho para discutir o tema em breve.
Embora revoltados, alguns membros da comunidade estão encarando o caso de maneira positiva. “Que sirva de lição para outros pastores – afinal, se isso está acontecendo com Fanini, é sinal de que qualquer um pode ser descoberto”, aponta o médico Marcos Ferreira Marques. “Os evangélicos não estão mais tão inocentes”, decreta. Diante dos problemas envolvendo o nome de Nilson Fanini, quem assume o púlpito da Primeira Igreja Batista de Niterói é o veterano pastor Ebenézer Soares Ferreira, 78 anos, ex-reitor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Ele vai comandar a PIBN em caráter interino até que um novo dirigente seja eleito pela congregação. O processo de sucessão pastoral pode durar até dois anos e, neste ínterim, a congregação também será assistida pelos pastores Délio Amaral – que asumiu a presidência –, Saulo Marcos Barreto, Brasilino Araújo, Rodrigo Muniz, Isaías Soares e Carlos Torres. Sobre a crise, Ebenézer é claro: “Tudo isso é muito triste. Nós nunca imaginamos passar por esta situação”, lamenta. Mesmo assim, o pastor está otimista: “Chegamos a pensar que a igreja iria se esvaziar, mas os membros estão superando o problema com muita oração. Jesus está nos puxando pelo braço.”

Marcelo Dutra

http://www.eclesia.com.br/revistadet1.asp?cod_artigos=281

7 de novembro de 2009

Festa do Purim judaico.

Postado por Evandro Arantes às 0:19 horas

FESTA DO PURIM JUDAICO


Comemora a salvação dos judeus persas do plano de Hamã, para exterminá-los, tal como está escrito no Meguilat Ester, um dos 24 livros do TanaKh. Os judeus estavam exilados na Babilônia desde a destruição do Templo de Salomão e a dispersão do Reino de Judá. A Babilônia, por sua vez, foi conquistada pela Pérsia.

O nome “Purim” vem da palavra hebraica “pur” (פורים), que significa “sorteio”. Este era o método usado por Hamâ, o primeiro-ministro do Rei Achashverosh (Assuero) da Pérsia, para escolher a data na qual ele pretendia massacrar os judeus do país.

Contudo, os planos de Hamã foram frustrados pela Rainha Ester e Mordechai. Arriscando sua própria vida, Ester fez um apelo ao Rei para que salvasse seu povo, e a ordem de Hamã foi revogada. Assim, aqueles dias fatais transformaram-se, conforme a linguagem da Meguilat que lemos em Purim, “de tristeza em alegria”, e o décimo-quarto dia do mês de Adar Sheni é comemorado festivamente. Esses fatos ocorreram por volta de 450 anos antes da Era Cristã.

Jejum de Ester (Taanit Ester)


Então disse Ester que respondessem a Mordechai: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Shushan, e jejuai por mim; não comais nem bebais três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que seja contra a lei, e se perecer, perecerei”. Então se foi Mordechai e tudo fez segundo Ester lhe havia ordenado (Ester 4:15-17).

Em memória a este fato, o Jejum de Ester (Taanit Ester) é realizado no dia

13 de Adar, no dia que antecede Purim. O jejum começa antes de amanhecer e termina após o anoitecer.

Cabe lembrar que o jejum público solicitado por Ester não ocorreu no décimo-terceiro dia de Adar. Algumas autoridades religiosas oferecem outra explicação: quando os filhos de Israel uniram-se em 13 de Adar Sheni para defender-se de seus inimigos, encontravam-se em estado de guerra - e a preparação para uma guerra sempre inclui o jejum coletivo.

Normalmente, quando um dia de jejum cai no sábado, ele é adiado para o domingo. No entanto, quando o dia 13 de Adar Sheni cai no Shabbat, o jejum é antecipado para a quinta-feira. A razão, segundo Maimônides, é que historicamente “o jejum de Purim tem que preceder à celebração”.

Purim


A festa de Purim é caracterizada pela recitação pública do Livro de Ester por duas vezes, distribuição de comida e dinheiro aos pobres, presentes e a refeição de celebração (Ester 9: 22); e pode haver também comemoração pública.

Mordechai escreveu estas coisas e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Achashverrosh (Assuero), aos de perto e aos de longe, ordenando-lhes que comemorassem o dia quatorze do mês de Adar Sheni, e o dia quinze do mesmo, todos os anos, como os dias em que os judeus tiveram sossego dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria e de luto em dia de festa; para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros, e dádivas aos pobres (Ester 9:20-22).

Purim é celebrado anualmente no 14º dia do mês hebraico de Adar Sheni, o dia seguinte à vitória dos judeus sobre seus inimigos (13 de Adar Sheni). Em cidades que eram muradas no tempo de Josué, incluindo Shushan (Susã) e Jerusalém, Purim é celebrado no 15º dia do mês, conhecido como Purim Shushan. Assim como todas as festas judaicas, Purim tem início ao pôr-do-sol da véspera no calendário secular.

Por isso, àqueles dias chamam pelo nome de “Purim”, por causa do “Pur”. Por causa de todas as palavras daquela carta e do que testemunharam e do que lhes havia sucedido, determinaram os judeus e tomaram sobre si, sobre a sua descendência e sobre todos os que se chegassem a eles (os prosélitos), que não se deixaria de comemorar estes dois dias segundo o que escrevera deles, e segundo o seu tempo marcado, todos os anos; e que estes dias seriam lembrados (com leitura da Meguilat) e comemorados geração após geração, por todas as famílias, em todas as províncias e em todas as cidades, e que estes dias de Purim jamais caducariam entre os judeus, e que a memória deles jamais se extinguirá entre os seus descendentes. Então a rainha Ester, filha de Abichail, e o judeu Mordechai escreveram com toda a autoridade pela segunda vez (no ano seguinte), o poder do milagre que aconteceu, para confirmar a carta de “Purim”. Expediram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Achashverósh (Assuero), com palavras amigáveis e sinceras; para confirmar estes dias de “Purim” nos seus tempos determinados, como o judeu Mordechai e a rainha Ester lhes tinha estabelecido e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu lamento (Ester 9:26-32).

O Livro de Ester registra uma série de eventos aparentemente não relacionados que aconteceram em um período de mais de nove anos durante o reinado do Rei Assuero. Esses eventos coincidentes, quando vistos juntos, devem ser vistos como certeza da intervençãode Elohim Yahúh, de acordo

com interpretações por comentários Talmúdicos e outros sobre a Meguilat.

O Festival


O festival de Purim sempre foi muito estimado pelo judaísmo; alguns têm sustentado que quando todos os trabalhos proféticos e hagiográficos forem esquecidos, o Livro de Ester ainda será lembrado, e, portanto, o Jejum de Purim continuará a ser observado.

Assim como em Chanukah, Purim tem mais um caráter nacional que religioso, e seu status como feriado tem um nível inferior àqueles consagrados pela Toráh. Assim, transações comerciais e mesmo trabalho manual são permitidos em Purim.

As quatro principais mitzvot do dia são:


Kriat Hameguilat (A Leitura da Meguilat)

Deve-se ouvir duas vezes a leitura da Meguilat Ester: uma na noite de Purim e a outra pela manhã. As duas leituras são obrigatórias para cumprir a mitzvah (preceito). Toda vez que o nome de Hamã for mencionado (com algum adjetivo) é costume fazer barulho com o reco-reco (Raashanim) e bate-se o pé no chão para abafar o amaldiçoado nome.

Mishloah Manot (Envio de alimentos para amigos)

Envio de alimentos a pelo menos um amigo no decorrer do dia de Purim que devem ser de duas espécies (fruta, massa e/ou bebida), prontos para consumo e entregues através de um mensageiro. Se possível, enviar através de um terceiro, mulheres para mulheres e homens para homens durante o dia de Purim. As crianças podem e devem ser mensageiros muito animados para fazer a entrega dos Mishloach Manot.

Matanot Le’evionim (Presentes para os necessitados)

Doa-se uma quantia em dinheiro para pelo menos duas pessoas carentes no decorrer do dia de Purim. Na impossibilidade, pôr o dinheiro numa caixinha de tzedakah.

Seudat Purim (Participando de uma refeição festiva)

Uma refeição festiva é realizada ainda durante o dia de Purim e deve conter pão, fruto da videira e carne. A razão do costume é celebrar o milagre que começou no banquete preparado por Ester para o Rei Achashverosh (Assuero) e Hamã.