Evandro Arantes

Lutando a favor do Meio Ambiente!
7 de novembro de 2008
Publicado em 09/01/2008
O sucesso das Bíblias em mandarim evidencia o gigantismo chinês. Em um país asiático que não celebra o Natal ,e cujo fim de ano cai em fevereiro, há uma boa parte da população, sobretudo rural, que nunca ouviu falar de Jesus, ou o associa a uma lenda.
Além disso, só 1% da população é cristã. Mas mesmo assim, uma fábrica de Bíblias focada no mercado externo já é a maior produtora mundial do livro restrito em seu próprio território.
Desde que abriu, em 1986, a companhia Amity Press já imprimiu 50 milhões de unidades, sendo que 80% delas estão escritas em mandarim e se vendem por menos de um euro. A empresa também edita algumas Bíblias em dialetos de minorias étnicas. O restante é exportado.
O grosso vai para a África, Ásia e Europa Central. Há Bíblias em 90 idiomas desde o eslovaco até o braile. As vendas ultrapassaram o meio milhão de exemplares em 1988 até os 6,5 milhões em 2005. O sucesso mais recente é a edição de bolso, dirigida ao público jovem.
Planta industrial compete com Motorola e Ford
A demanda tem obrigado a companhia a ampliar o negócio. Nos próximos dias, a empresa se mudará para novas instalações de 85 mil metros quadrados em um polígono industrial que compete com a Motorola e a Ford nos arredores de Nanquim, capital da província oriental de Jiangsu.
A nova planta terá capacidade para imprimir um milhão de Bíblias ao mês, e espera-se que produza uma em cada quatro no mundo em 2009. Será, de longe, a maior fábrica de Bíblias do mundo.
Isso ocorre na China, um país nominalmente ateu e sem relações diplomáticas com o Vaticano desde 1951, apesar do diálogo estar mais fluido com Bento XVI do que com João Paulo II, uma vez que por causa do comunismo a China fechou suas portas.
A Amity Press é um empreendimento conjunto formado por sociedades de caridade cristãs chinesas e inglesas. A maioria dos 600 empregados é camponesa, sem devoção religiosa e imersa na produção de livros sagrados com uma frieza funcional. A fábrica não tem qualquer iconografia religiosa: nem crucifixos nem quadros.
A empresa só tem permissão de distribuir as Biblias através da Igreja Patriótica Católica, dependente de Pequim e única permitida. E não aos cristãos clandestinos. Estima-se que existam cinco milhões de fiéis na igreja oficial e 10 milhões fiéis a Roma.
Sem contar os clandestinos e evangélicos. Os critérios são confusos e a fronteira não é clara: muitos alternam igrejas com cultos clandestinos em casas particulares dependendo da proximidade e identificação.

Bíblia proibida por Mao
A Bíblia esteve proibida desde que Deng Xiaoping, chegou ao poder em 1978 e decretou a liberdade de culto. Mao via as religiões como superstições feudais que entorpeciam a modernização do país.
Todos os textos sagrados foram jogados na fogueira durante a Revolução Cultural (1966-1976) quando o único livro que não era considerado subversivo burguês era o Livro Vermelho de Mao.
No princípio da década de 80 aconselhava-se os estrangeiros a não entrarem no país com mais de uma Bíblia, o que fez florescer o contrabando. Apesar de hoje elas estarem proibidas, restritas à igreja oficial, já não é mais tão difícil encontrá-las em Pequim.
Recentemente a China desmentiu a ordem de que os atletas não poderiam levar Bíblias aos Jogos Olímpicos. Mesmo assim as limitações permanecem. Eles só poderão levar uma, para uso pessoal.
Fonte: Site Missão Portas Abertas
Tradução: Tsuli Narimatsu
7 de novembro de 2008

NASA comprova fato da Bíblia Sagrada

Postado por Evandro Arantes às 0:12 horas

Um programa especial da NASA nos Estados Unidos, recentemente provou a veracidade de um fato na BÍBLIA o qual até sempre se considerou como um mito. Harold Hill, presidente da Companhia Curtis de Baltimore - Maryland - e conselheiros do programa espacial, refere o seguinte achado: Uma das coisas mais incríveis que Deus fez entre nós, sucedeu recentemente com nossos astronautas e pesquisadores científicos em Green Belt - Maryland. Estavam verificando a posição do Sol, a Lua e dos Planetas para saberem onde se encontrariam dentro de cem anos e também nos próximos mil anos. Estes dados tornam-se indispensáveis para poder-se enviar satélites ao espaço e evitar que choquem com alguma coisa uma vez que estejam em órbita. Deve-se projetar a órbita levando em consideração o tempo de vida do satélite ao mesmo tempo se conhecer às posições dos planetas para que os satélites não venham a ser destruídos. Foram feitos os computadores percorrerem, através dos séculos e de repente pararam. O computador principiou a emitir um sinal vermelho de alerta, indicando que existia algum erro nas informações que lhe haviam sido fornecidas e com os resultados comparativos com as normas estabelecidas. Resolveram chamar o departamento de manutenção para fazer-se uma revisão geral e os técnicos chamados comprovaram que a aparelhagem encontrava-se em perfeitas condições. O diretor operacional da IBM indagou qual seria o problema e para sua surpresa a resposta foi: “Encontramos que falta um dia nos dados do universo do tempo transcorrido na história”. Ficaram matutando e por mais que procurasse não encontravam resposta. Na equipe de pesquisadores havia um cristão que disse: “Uma vez, num estudo que fiz da bíblia, ouvi que o Sol parou”.

Os demais presentes não o acreditaram, mas como não tinham nenhuma resposta disseram-lhe: Mostre-nos, onde isso está escrito. Ele pegou a Bíblia e leu no Livro de Josué 10:12-14, algo verdadeiramente inacreditável para qualquer pessoa com “senso comum”. Nesse trecho DEUS disse a Josué: “Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus na mão dos filhos de Israel, e disse na presença de Israel: Sol, detém-se sobre Gibeom, e tu, lua, sobre o vale de Aijalom. E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no livro de Jasar? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro. E não houve dia semelhante a esse, nem antes nem depois dele, atendendo o Senhor assim à voz dum homem; pois o Senhor pelejava por Israel.” Os engenheiros do Programa Espacial exclamaram: “É esse o dia que nos faltava”. Rapidamente verificaram nos computadores, retrocedendo no tempo chegando a época descrita na Bíblia e descobriram que se aproximavam, porém não era todo o tempo exato. O lapso que faltava na época de Josué era de 23 horas e 20 minutos e não de um dia completo. Leram novamente a Bíblia e ali dizia “Quase um dia inteiro” (Josué 10-13) essas pequenas palavras na Bíblia são muito importantes. Parte do problema fora resolvido. Entretanto faltavam 40 minutos. Isto ocasionava um grande problema. Se não se encontrassem esses 40 minutos, havia discrepâncias nos cálculos espaciais devido a que os minutos se multiplicavam muitas vezes nas órbitas. O mesmo cristão lembrou que há um trecho na Bíblia onde se menciona que o Sol RETROCEDEU.

Seus companheiros de trabalho disseram-lhe que ele estava ficando louco, entretanto, permitiram que lhes mostrasse no Segundo Livro dos Reis 20:8-10 onde a Bíblia diz que Ezequias, que estava moribundo, foi visitado pelo profeta Isaias, o que lhe disse que ele não morreria. Ezequias não acreditou e pediu-lhe por uma prova dizendo-lhe: Adiante a sombra dez graus ou retrocederás dez graus, mas que a sombra não volte os dez graus. Dez graus são exatamente 40 minutos. Assim 23 horas e 20 minutos, mais os 40 minutos em Segundo dos Reis, completam às 24 horas que os homens do Programa Espacial tiveram de complementar a história como o dia que falava no Universo. Definitivamente a Bíblia não é um livro, mas Deus manifesta novamente sua veracidade nas palavras que estão escritas na BÍBLIA.